terça-feira, 24 de outubro de 2023
Registro reflexivo - 8º encontro
Ata de reunião de HTPC realizada aos 11 dias do mês de setembro de dois mil e vinte e três com a equipe gestora e equipe de professores dessa Unidade Escolar. A Coordenadora Thaís iniciou explicando que a Professora Lhorroama faria a leitura de um texto resumido do "I Seminário de Educação Antirracista de Peruíbe". Após a leitura do texto a Professora seguiu sua fala explanando sobre o tema abordado e citou temas importantes como a forma de ensinarmos o respeito às diferenças já na educação infantil, bem como a forma como nós mesmos adultos ainda utilizamos algumas palavras em nosso dia-a-dia que são consideradas preconceituosas. E assim seguimos discutindo com todos os integrantes presentes no HTPC assuntos relacionados às nossas práticas pedagógicas e como podemos aprimorar a nossa fala e deixar de usar esses termos. Logo após, seguimos com uma atividade referente a escrita das adequações curriculares. Esse exercício foi realizado em pequenos grupos onde baseamos as adequações de documentos diferentes, como: Sequência Didática, Plano de Ensino e os Campos de Experiência. Com essa tarefa avaliamos apenas o Campo de Experiência o eu, o outro e o nós. Ao finalizar socializamos a atividade e não foi possível discutir a tarefa da formação da Leila como estava planejado na pauta, porém a Coordenadora de dispôs a orientar e ajudar os professores que tivessem dificuldades em horário de Hl durante a semana.
terça-feira, 12 de setembro de 2023
Pauta 8º encontro
“HTPC EM REDE” - “Percursos para aprendizagens efetivas e mobilizadoras dos saberes das infância”
8º encontro - 11/09/2023
lMultiplicar o conteúdo do “I Seminário de Educação Antirracista de Peruíbe”, já prevendo ações possíveis com as crianças da faixa etária atendida pela escola;
lClarificar a escrita das adequações curriculares para melhoria contínua;
l
Discutir a tarefa da formação da Leila por meio da dinâmica de tempestade de ideias.lApreciação da Obra: Mme. Black;
l Dinâmica de escrita da adequação curricular em sub-grupos;
l Socialização da dinâmica;
l Tempestade de ideias: tarefa Leila.
terça-feira, 29 de agosto de 2023
Registro reflexivo 7º encontro
A formadora Janaina iniciou se apresentando e a coordenadora Thais realizando a leitura e explicação referente a pauta do encontro. A Professora Janaina iniciou a apresentação dos slides referente ao transtorno do espectro autista - TEA que se trata de uma forma diferente de pensar e afeta diretamente a interação da criança com os demais. Um breve resumo sobre comportamentos inadequados que trazem prejuízos a própria criança em curto, médio e longo prazo e que devem ser substituídos pelo bom comportamento. O TEA tem uma tolerância elevada a dor e não assimila diferenças das expressões de medo, raiva, alegria, tristeza. Exemplos de comportamentos na birra citados é que a criança realiza por descontentamento ou frustração que tenha vivenciado e para acontecer esse comportamento necessita de plateia e deixa de realizar determinada atitude quando atendido enquanto na crise a atitude permanece. A professora Nara perguntou como se consegue diferenciar e a explicação foi que na birra a criança prevê a atitude que irá tomar, exemplo de se jogar ao chão por exemplo ela observa onde vai querer cair e já na crise a criança não tem noção se irá ou não se machucar na queda. Na crise é percebido gatilhos como calor, barulhos, claridade onde incomodam a criança e após esse momento a criança consegue organizar suas ideias. Falado sobre os níveis do TEA onde o grau I é o mais leve, o grau II o intermediário e o III é o que apresenta maior dificuldade inclusive com o desfralde e fala muitas vezes. O TEA antes de entrarem em crise apresentam sinais e normalmente ficam muito envergonhados por estarem com os pensamentos desorganizados naquele momento. A coordenadora sugeriu que quando ocorrer esse tipo de comportamento na sala de aula solicitar ao estagiário que retire essa criança para um lugar mais tranquilo para evitar a hiperestimulação e caso não consiga retirar a criança que retire os colegas para que diminua a estimulação, num momento de crise forte. A professora Lhorrouma perguntou quanto aos níveis as diferenças de um para o outro e a professora Janaina respondeu que normalmente o nível I fala, o nível II fala com ecolalia e o nível III não fala. Explicou que o autismo não é uma doença, mas sim uma condição e que precisam de estímulos para se desenvolver. O ideal é ter rotina e utilizar recursos específicos para cada um deles. As professoras participaram com os casos vivenciados na Unidade Escolar e a formadora deixou claro que as crianças devem ser tratadas de maneira igual aos demais em relação ao NÃO... Eles também precisam ter essa compreensão que nem tudo podem, devemos impor os limites para que tenham noção das regras que devem ser seguidas por todos. E que o comportamento inadequado deve ser substituído pelo ideal permitindo assim a fixação da postura correta, isso acontece com a utilização do ABA. Professora Nara, através das falas, percebe a necessidade de permitir a independência do aluno. É necessário que criem independência, não dá para fazer tudo por eles devemos orientá-los e deixá-los executar suas tarefas permitindo assim que tenham autonomia. Criança que necessite de atenção diferenciada devemos contar com a parceria do estagiário para que desempenhem a função de auxílio e devemos estar disponíveis ao grupo no todo. Terapia ABA é o método que deve ser utilizado em sala de aula. A criança deve receber estímulos para desenvolver o correto e quando realiza o proposto deve ser recompensada com o estímulo de palavras para que permaneça no comportamento adequado. A formadora completou com a fala de ser viável termos uma rotina ilustrada onde a criança tenha acesso diariamente ao que iremos realizar dentro do período. E podemos fazer uso das imagens que o terapeuta da criança utiliza em sessões, assim fica mais fácil a assimilação. Porém quando não está sendo acompanhada por um profissional podemos criar nosso próprio recurso de imagens. A coordenadora Thais retoma quando ao entendimento da diferença entre crise e birra, os cuidados que devemos agir em ambos os casos, as estratégias a serem utilizadas para que haja um reforçador positivo quando realizam o esperado. Instruiu ainda quanto a entrega do relatório no terceiro bimestre dos casos de inclusão descrito individualmente para a escola que irá receber o aluno ano seguinte consiga já conhecer um pouco do perfil de cada criança e se necessário já estarem providenciando nos casos que precisem o estagiário. E as demais tarefas do curso de formação devem ser enviadas a coordenação.
Giseli Heloisa Rodrigues
Pauta 7º encontro
“HTPC EM REDE” - “Percursos para aprendizagens efetivas e mobilizadoras dos saberes das infância”
7º encontro - 28/08/2023
Objetivos do encontro:
lDiferenciar Birra de Crise e saber como atuar positivamente nestes momentos;
lSensibilizar sobre a importância da rotina em alunos com TEA e como trabalhar com a rotina ilustrada;
lInformar a importância do relatório descritivo do 3º bimestre;
lRetomar/informar a lista de tarefas da formação e a carga horária.
Pauta:
lParticipação especial da professora Janaína: Birra ou crise? Como reagir a estes momentos;
lRotina ilustrada: como fazer e usar. A importância da previsibilidade;
lNovas orientações sobre o roteiro descritivo do 3º bimestre;
lListagem das tarefas e carga horária.
quarta-feira, 9 de agosto de 2023
Registro Reflexivo 6º encontro
Tema: "Percursos para aprendizagens efetivas e mobilizadoras dos saberes da infância".
26/06/2023
Nosso encontro iniciou com a leitura do livro "Um desses não é como os outros" e a coordenadora Thaís nos perguntou quais campos de experiências a leitura contempla, e a professora Nara respondeu o Eu o outro e o nós, por se tratar o livro sobre a as diferenças. E deixou como sugestão o livro para o próximo bimestre. Nos clarificou como utilizar a tabela para o brincar livre, vivências de contextos, oficinas, ou exploração diversas. A tabela é um importante instrumento para o professor, para que a atividade possa ser efetivamente avaliada e possa extrair informações sobre possíveis avanços dos alunos e como foi a experiência realizada em sala de aula. Assim o professor pode em próximas atividades ampliar ou trazer novos elementos para a atividade trabalhada. Foi realizada a leitura do registro reflexivo da observação da vivência de contexto realizada em 14/06 na sala da professora Vivian, da turma multisseriada B. A experiência realizada com a turma trouxe elementos do registro reflexivo e como foi elaborada a tabela e quais foram as observações realizadas e os objetivos didático possíveis. Assim a coordenadora como exercício propôs que fizéssemos o planejamento de uma proposta (brincadeira livre, de uma vivência de contextos, uma oficina, uma saída para a exploração do meio) de acordo com a tabela. Foram separadas duplas por segmento de faixa etária e cada dupla fez uma tabela. Foi realizada a leitura de cada tabela e ao final, a coordenadora vai compartilhar no grupo para que, caso as professoras queiram utilizar a proposta da colega utilizar a tabela já feita. Como um banco de ideias. E propôs como tarefa: colocar um dos planejamento em prática com sua turma.
terça-feira, 27 de junho de 2023
Planejamento e Registro reflexivo da Vivência de Contexto
REGISTRO REFLEXIVO DA OBSERVAÇÃO DA VIVÊNCIA DE CONTEXTO EM 14/06
Para iniciar este registro, gostaria de contextualizar que escolhi a turma da Multisseriada B, por ser uma turma bem próxima aqui da sala e também por ter muita afinidade com a professora Vivian, que está conosco desde que entrou na rede, fez parte da construção da proposta pedagógica e já atua com esta faixa etária, faz três anos, mostrando habilidade, satisfação, comprometimento com o serviço público, vontade de aprender, busca por conhecimento e pensamento reflexivo.
Importante comentar também que Vivian mostra comprometimento com o trabalho educativo, buscando fazer por cada criança, aquilo que gostaria para seu filho. Isso é importante!
A turma Multisseriada B é composta por 8 alunos, sendo dois alunos de berçário e 6 alunos de Infantil I. Na data atual, todas as crianças estão na faixa etária de crianças bem pequenas, nenhuma como bebê, no entanto percebemos que a aluna Chloe, a mais nova, necessita ainda de intervenções próprias para bebês (berçário).
Para iniciar o trabalho, busquei conversar com a professora Vivian, trazer contribuições e perguntar se ela aceitava o convite de fazer uma vivência de contextos comigo, o que prontamente ela aceitou. Conversamos sobre Chloe e ela comentou que ela ainda precisa de uma caixa de tesouros para a exploração, também comentei se na turma havia crianças que colocavam objetos na boca ou comiam massa de modelar, para pensar nas propostas. A professora afirmou que não há crianças na turma com essa ação (colocar coisas na boca).
Na data marcada, pensei até em adiar, devido a chuva e também aos grandes afazeres da festa Junina, mas decidi tentar, trouxe os materiais e brinquedos e combinamos de fazer após o ensaio para a festa e café. Pelo número de alunos, decidimos montar 4 cantos pedagógicos, sem a necessidade do Cesto de tesouros, pois a aluna Chloe não viria.
1 - Canto com cozinha e alimentos;
2- Canto com pistinha
No dia, compareceram apenas os alunos Murilo, Miguel, Isabela e Livia, depois acolhemos o aluno Joaquim da turma do infantil I-C, bem como tivemos a visita do ex-aluno Otto, filho da ADIJ Josy, por fim, estas seis crianças conseguiram desfrutar de nossa vivência de contextos. Quando as crianças entraram, fui explicando cada um dos cantos e o que havia nele, embora fosse algo relativamente óbvio, até para eles, mas quis mostrar que preparamos com muito carinho, cada cantinho.
Os alunos foram para os cantos com desenvoltura, sem disputas ou qualquer outro problema. Inicialmente, Livia e Murilo foram para o canto da casinha, Miguel para a pista de carros e Isabela para a árvore sonora no canto dos brinquedos de madeira. Ao longo de bem mais de uma hora, e quase perdemos o horário de intervalo, nos deleitamos com a observação dos alunos. A aluna Isabela ficou longo tempo explorando a árvore sonora, que chamou muito sua atenção, foi interessante, porque após a entrada dos alunos, fui até a árvore e coloquei uma das bolinhas, Isabela observou e logo repetiu o movimento, explorando a ideia de ação - reação, causa, efeito, coloco a bolinha, ela desce pela árvore e faz barulho, enquanto as demais crianças exploravam os cantos, Isabela ficou longo tempo na árvore. Livia sentou numa cadeira do canto da cozinha e foi explorando os brinquedos, pegou os alimentos com velcro para cortar e explorou o bolo de aniversário, ficou a maioria do tempo no canto da cozinha, foi a criança que ficou mais tempo num canto. A professora Vivian comentou que ela não parecia bem, pois costuma ser mais ativa, falar e interagir mais... A professora sentou no canto da cozinha e começou a interagir com os alunos, participando da brincadeira e ao mesmo tempo fazendo questionamentos sobre o nome das frutas, se conheciam, qual era o nome, brincando junto. Murilo sentou no canto da cozinha e começou a manipular os alimentos com desenvoltura, pegou o ovo e simulou estar abrindo para fritar, em cima da panela no fogão, os movimentos foram precisos, como quem já vivenciou tal situação em outras experiências, pegou também a jarra de suco e serviu o copo, pegando o mesmo pouco depois para fazer de conta que estava tomando o suco. Em outro momento mostrei para ele o pão, ele foi logo pegando e levou a boca, então falei que era de faz-de-conta, ele entendeu e fez de conta que estava comendo. Murilo ficou um bom tempo brincando no canto da cozinha e depois saiu para explorar os demais cantos. Miguel iniciou no canto da pistinha com carrinho, mas procurou explorar os diferentes cantos ao longo de todo o tempo, pude perceber Miguel colocando os carrinhos ao longo da pista e contando, contou de 1 até 5, depois parou.
Livia após longo tempo saiu para explorar outros cantos. Joaquim chegou após termos iniciado a vivência, abaixei em sua altura e expliquei que ele podia brincar, a única regra que coloquei desde o inicio, é que não deveria ter brigas, que teriam que dividir o espaço e os brinquedos, ele foi logo para a pista de carrinhos e eu tratei de buscar mais carrinhos, porque procurei trazer o número de carrinhos na quantidade de alunos, busquei em minha sala mais alguns. Logo os meninos decidiram levar os carrinhos para os brinquedos de madeira e explorar os percursos dos brinquedos educativos com os carrinhos, acompanhei o raciocínio e a brincadeira, peguei um carrinho de fricção e mostrei o movimento para Murilo, ele ficou encantado e logo foi tentar fazer o movimento da fricção. Fui buscar interagir com Joaquim que foi me falando as cores dos carros, também repetiu o movimento de passar pela lombada e falar, lombada. Quando expliquei para eles o canto da pistinha, mostrei que havia lombadas e faixa de pedestre, que quando alguém vai atravessar, o carro tem que parar. Isabela largou a árvore sonora e foi explorar os livros, Murilo foi nomeando os alimentos disponíveis, Miguel largou o cantinho da pistinha e foi para o canto da cozinha cortar legumes. A professora interagiu o tempo todo e percebeu que a árvore sonora ficaria mais fácil de manipular se tivesse no chão, por conta da altura das crianças. Otto, uma criança pequena pela BNCC, foi inicialmente no canto de cozinha e depois explorou a árvore sonora. Refletindo sobre esta vivência de contextos, pude perceber que foi um momento intenso, com uma turma que já tem por hábito este tipo de proposta e que não houve conflitos ou problemas, foi um momento prazeroso para crianças e adultos, o tempo passou voando e há harmonia na sala, um espaço de paz, de aprendizagem notória. Após o recreio, percebi que a professora deu continuidade a proposta, mas indagou se faltava algo na rotina, que não fizeram, e pararam um momento para realizar as atividades permanentes. A professora também comentou que após a minha saída eles passaram a explorar os brinquedos mais intensamente... Ela decidiu finalizar o contexto após perceber que eles já estavam começando a “destruir” a pistinha de carrinhos, pois ela foi feita com EVA e massa de EVA, com elementos vistosos para retirar da paisagem, árvores, bolinhas...
Termino este registro reflexivo, pensando que assim que possível devemos comprar uma árvore sonora para a escola e investir em brinquedos de cozinha com frutas, legumes, que tenha a possibilidade de cortar, montar, desmontar.
Agradeço a professora Vivian pela oportunidade de planejar e aplicar junto a vivência de contextos, de forma leve e harmônica. Deixo para pensar os objetivos que podem ser atingidos, partindo desta proposta:
Objetivos didáticos possíveis
(EI02EO01) Começar a demonstrar atitudes de cuidado e solidariedade na interação com crianças e adultos.
(EI02EO03) Compartilhar os espaços, materiais, objetos e brinquedos com crianças da mesma faixa etária, de faixas etárias diferentes e adultos.
(EI02EO04) Comunicar-se com os colegas e os adultos, buscando compreendê-los e fazendo-se compreender.
(EI02EO06) Respeitar regras básicas de convívio social nas interações e brincadeiras.
(EI02CG01) Apropriar-se de gestos e movimentos de sua cultura no cuidado de si e nos jogos e brincadeiras.
(EI02TS03) Utilizar diferentes fontes sonoras disponíveis no ambiente em brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias, apreciando, descobrindo sons e possibilidades sonoras, para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento de mundo.
EI02EF01) Dialogar com crianças e adultos, expressando seus desejos, necessidades, sentimentos, preferências, saberes, vivências, dúvidas e opiniões, ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão.
(EI02EF07) Manusear diferentes portadores textuais (livro, revista, gibi, jornal, cartaz, CD, tablete etc.).
(EI02ET01) Explorar semelhanças e diferenças entre as características e propriedades dos objetos (textura, tamanho), expressando sensações e descobertas ao longo do processo de observação.
(EI02ET04) Identificar e explorar relações espaciais (dentro e fora, em cima, embaixo), ampliando seu vocabulário.
(EI02ET07) Contar oralmente objetos, pessoas, livros etc., em contextos diversos.
PAUTA 6º ENCONTRO
No dia 26 de junho de 2023, realizamos o 6º encontro do HTPC em rede com a seguinte pauta:
“HTPC EM REDE” - “Percursos para aprendizagens efetivas e mobilizadoras dos saberes das infância”
6º encontro - 26/06/2023
Objetivos do encontro:
lPropor uma leitura com intencionalidade;
lClarificar o registro para o planejamento de uma brincadeira livre, de uma vivência de contextos, uma oficina, uma saída para exploração do meio....
lClarificar e exemplificar uma possibilidade de registro reflexivo;
lLevar para a prática os modelos clarificados na formação.
Pauta:
lLeitura: “Um desses não é como os outros” - Barney Saltzberg
lApresentação da Tabela: Como registrar o planejamento de uma brincadeira livre, de uma vivência de contextos, uma oficina, uma saída para exploração do meio....
lLeitura do Registro Reflexivo: Vivência de contextos em 14/06;
lExperiência em grupo: Planejamento de uma proposta(brincadeira livre, de uma vivência de contextos, uma oficina, uma saída para exploração do meio) de acordo com a tabela.
lApresentação do planejamento;
lTarefa 04: Colocar um dos planejamentos em prática com sua turma.
quarta-feira, 21 de junho de 2023
Texto apresentado no 5º encontro
Observação da proposta com tampinhas na turma do Infantil II-D - Professora Nara 02/06/2023
Para iniciar este registro, conto que escolhi a turma da professora Nara, por ela ter feito parte da construção da proposta pedagógica da escola e ser receptiva as propostas de investigação. Também por já termos um tempo de trabalho juntos o que garante que ela não fique incomodada com a figura da coordenadora em sala. Para iniciar conversamos um pouco sobre como seria a proposta e a professora decidiu iniciar a atividade, aplicando a proposta desde os primeiros questionamentos, sobre o que seria uma coleção.
Para realizar a atividade, a professora escolheu o momento logo após o café no começo da aula, pois ela percebe que eles estão mais atentos para atividades dirigidas. Para iniciar a professora perguntou se as crianças sabiam o que era uma coleção, e Alice respondeu que era de tampinhas, a professora ainda continuou a questionar, mas acabou por acatar a contribuição de Alice e explicar que tinha uma coleção cheia de tampinhas e mostrou um pote de tampinhas coloridas para as crianças. Todos puderam manusear e receberam um pouquinho de tampinhas. A professora Nara perguntou se todas as tampinhas eram da mesma cor e as crianças prontamente foram comentando as cores das mesmas: azul, verde, amarelo, preto e vermelho. A professora perguntou se as tampinhas eram duras ou moles e muitos responderam duras, o momento foi de exploração, em que eles perceberam as diferenças e brincaram um pouco com as tampinhas coloridas.
Dando continuidade a professora perguntou como poderia organizar as tampinhas, se estavam todas misturadas... Beatriz dá a ideia de separar por cor.
A professora Nara comenta que preparou garrafas com bordas coloridas para separar a coleção, mostra cada garrafa e vai perguntando a cor da borda, depois chama os alunos para acondicionar suas tampinhas na garrafa de cor correspondente, todos compreendem a proposta e começam a guardar as tampinhas. Alguns acabam por se entreter brincando com as tampinhas e depois são chamados para ajudar na organização. Nicolas o tempo todo procura se aproximar e olhar a proposta, mesmo com a possibilidade de não ouvir, a professora chega, se aproxima, usa sinais e estabelece uma comunicação amorosa com ele, dando sentido a atividade.
Após a organização, o aluno Bernardo se incomoda ao pensar ter uma tampinha preta na garrafa azul, mostra para a professora que pega a tampinha e mostra pra ele.
A tampinha é azul escura! A professora pega uma azul escura e uma preta e mostra para Bernardo que percebe que a tampinha era mesmo azul e não preta e devolve a tampinha para a garrafa azul.
Depois de tudo ser organizado a professora pergunta qual garrafa tem mais tampinhas e prontamente Anthony diz que é a garrafa vermelha. Bernardo e Enzo acompanham a mesma ideia, outros alunos manifestam outras opiniões. A professora Nara retira as garrafas e passa a colocar de uma em uma comparando com a vermelha, perguntando qual tem mais e vai descartando pela observação empírica, por fim, questiona como podemos saber realmente qual garrafa tem mais e Arthur fala: 1, 2, 3... Mostrando perceber que poderiam contar. A turma então fez a contagem coletiva termo a termo e depois a professora perguntou como eles poderiam registrar o resultado. Após conversa com a turma e mostrando os modelos estáveis de números e letras e também deixando a vontade que eles falassem a própria forma de registro, uma das alunas optou pelo registro com bolinhas que foi feito na lousa com contagem coletiva, também foi questionado como poderiam escrever o resultado em números (27) e alguns alunos mostraram seus saberes, comentando que usamos o 7 neste registro.
Por fim, e só no fim, os alunos receberam a folha para registrar a cor da garrafa que tinha mais tampinhas.
Gratidão professora Nara, por partilhar este momento comigo!
Importante destacar alguns dos objetivos que podemos atingir/ trabalhar/experienciar com essa proposta:
(EI02EO04) Comunicar-se com os colegas e os adultos, buscando compreendê-los e fazendo-se compreender, ampliando suas possibilidades expressivas e comunicativas.
(EI02EF01)Dialogar com crianças e adultos, expressando seus saberes, vivências, dúvidas e opiniões, ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão.
(EI02ET01)Explorar e descrever semelhanças e diferenças entre as características e propriedades dos objetos (textura, massa, tamanho), expressando sensações e descobertas ao longo do processo de observação.
(EI02ET05)Classificar objetos, considerando determinado atributo (cor), expressando-se por meio de vocabulário adequado.
(EI02ET07) Contar oralmente objetos, em contextos diversos.
(EI02ET08) Registrar com números a quantidade de objetos da mesma natureza (bonecas, bolas, livros etc.).
terça-feira, 20 de junho de 2023
Registro Reflexivo 5º encontro
HTPC EM REDE: PERCURSOS DE APRENDIZAGENS EFETIVAS E MOBILIZADORAS DOS SABERES DA INFÂNCIA
5° ENCONTRO – 05/06/2023
REGISTRO REFLEXIVO
O quinto encontro do HTPC em rede, teve como objetivos: Conhecer na prática uma proposta com nome próprio; Estudar e refletir sobre a construção de adequações curriculares; Registrar as adequações para o segundo bimestre; com as orientações valiosas da supervisora Marinalva, juntamente com a coordenadora Thais.
Iniciou se o encontro com a leitura dos objetivos e uma leitura em capítulos, que vem acontecendo nos HTPCs sobre “Yayoi Kusama”, umas das artistas trabalhadas pela equipe no Projeto de Artes.
A coordenadora apresentou uma proposta de atividade com o nome próprio, trabalhando com o crachá, ocultando as letras, mostrando aos alunos letra inicial, final, ou duas letras consecutivas, dependendo do nível e desenvolvimento de cada turma, levando em consideração o quadro de nomes, nomes com iniciais iguais... O cartaz de nomes (chamadinha), pode ser um recurso de apoio, referência para a pesquisa. As atividades com nome próprio permitem muitas variações, aproximando do contexto social. As professoras Nara e Edna socializaram com o grupo o que realizam em sala e a supervisora deu algumas indicativas. Trabalhar com o nome próprio na Educação infantil, com as crianças bem pequenas, permeia um dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento, que trata de, como individuo, se conhecer e construir sua identidade pessoal.
Dando seguimento a pauta, a coordenadora previamente havia solicitado ao grupo, a atividade de adequação curricular realizada no HTPC anterior, para a socialização e apresentação para a supervisora Marinalva. Com a escolha de uma das adequações, a supervisora foi explanando cada item avaliado, de acordo com as marcações feita pela professora Lhorrouma da turma do Infantil II C, do aluno Miguel, tirando dúvidas e esclarecendo item a item, com propostas e sugestões em cada situação, campo de experiência e direitos de aprendizagem.
A supervisora orientou que uma mesma proposta de adequação pode aparecer em diferentes campos de experiência, pois na Educação Infantil os campos se interligam. O campo da comunicação, foi o que mais apresentou propostas de adequações, em vista que o aluno não possui uma comunicação efetiva, devendo buscar meios e recursos para que aconteça, com a parceria da família, uso de placas de comunicação, gestos, imagens etc. Cada item foi analisado individualmente, apresentando adequações necessárias e propostas. A participação e orientações da supervisora foram bem esclarecedoras.
Confesso que é a primeira vez que faço uma adequação curricular para a Educação Infantil, com o registro efetivo, sendo que muitas vezes realizamos na prática adequações e adaptações em atividades ou no contexto social, que muitas vezes nos passa despercebidos, pois estamos tão habituados a buscar métodos, meios, formas de atender a todos os alunos, inclui-los, que não percebemos que estamos a todo momento adequando e respeitando a particularidade de cada um. Gratidão a supervisora e a coordenadora, pela oportunidade de aprender e pela contribuição ao grupo.
terça-feira, 13 de junho de 2023
Pauta 5º encontro
05/06/2023
Objetivos do encontro:
lConhecer na prática uma proposta com nome-próprio;
lEstudar, refletir sobre a construção de adequações curriculares;
lRegistrar as adequações curriculares do 2º bimestre;
lRetomar o trabalho com as coleções por meio de tematização da prática.
Pauta:
1- Acolhimento: Leitura em capítulos “Yayoi Kusama”;
2- Atividade prática com nome-próprio;
3- Apresentação do semáforo da adequação curricular para o grupo;
4- Supervisora Marinalva: Adequação Curricular;
5- Mãos a obra: Pegar o documento de adequação Curricular do 1º bimestre para repensar o planejamento para o segundo bimestre;
6- Socialização da vivência “Mãos a obra”;
7- Nova proposta com a coleção de tampinhas.
Registro do 4º encontro
O quarto encontro aconteceu no dia 15 de maio de 2023, com a presença da equipe gestora, da equipe das professoras e com a supervisora Marinalva. Os objetivos do encontro foram:
- Conhecer o trabalho do AEE - Atendimento Educacional Especializado, seus objetivos e como é organizado o estudo de caso;
- Revisitar os campos de experiência e direitos de aprendizagem por meio da análise das tarefas propostas;
- Conhecer uma proposta da Rede municipal que contemple o trabalho baseado no interesse das crianças.
O encontro foi muito produtivo, pois a Supervisora Marinalva trouxe várias contribuições nos seguintes aspectos: dinâmica de organização do AEE, intervenções, mapeamento, implementação de propostas, a importância do roteiro descritivo ser entregue antecipadamente para o professor do AEE, explicou também sobre o preenchimento de uma tabela com as informações importantes sobre os alunos com deficiência. Após esse momento destinado a falar do AEE, que ajudou muito nossa equipe, a Coordenadora propor um trabalho em grupo, em que cada grupo recebeu uma experiência realizada pelos professores aqui da escola para analisar em relação aos campos de experiência e direitos de aprendizagem, como foram de retomar a importância dos direitos e o trabalho acolhendo vários campos. Também tivemos como acolhimento uma leitura super bacana com o livro traduzido pela Coordenadora Thais sobre a vida da artista Yayoi Kusama. O nome do livro é "Você conhece Yayoi Kusama" o livro será lido em capítulos. Por fim, tivemos a apresentação de um trabalho realizado na EMEI Jacira, pelo professor Gilberto, que partiu do interesse de uma aluno que falava muito sobre o sistema solar a desenvolveu, com apoio dos alunos uma sequência de atividades trabalhando os diferentes campos de experiência.
terça-feira, 16 de maio de 2023
PAUTA DO 4º ENCONTRO
“HTPC EM REDE” - “Percursos para aprendizagens efetivas e mobilizadoras dos saberes das infância”
4º encontro - 15/05/2023
Objetivos do encontro:
lConhecer o trabalho do AEE - Atendimento Educacional Especializado, seus objetivos e como é organizado o estudo de caso;
lRevisitar os campos de experiência e direitos de aprendizagem por meio da análise das tarefas propostas;
lConhecer uma proposta da Rede municipal que contemple o trabalho baseado no interesse das crianças.
Pauta:
lAcolhimento: Você conhece a Yayoi Kusama;
lApresentação do trabalho do AEE - Atendimento Educacional Especializado e explicação do que consiste o estudo de caso - Supervisora Marinalva;
lAtividade em grupo partindo da tarefa do encontro anterior: revisitando os campos de experiência e os direitos de aprendizagem;
lApresentação do trabalho sobre “Sistema Solar”: Relato de prática partindo do interesse das crianças.
segunda-feira, 17 de abril de 2023
Registro do 3º encontro
Aos dez dias do mês de abril de dois mil e vinte e três, reuniram-se nesta unidade escolar, EMEI Renata Dias da Cruz Monteiro para reunião de HTPC em rede "Percursos para aprendizagens efetivas e mobilizadoras dos saberes das infâncias", a diretora Maria Auxiliadora, a coordenadora Thais e as professoras Andréa, Angélica, Edna, Nara Jane, Renata, Silveria, Vanessa, Vivian e as professoras do AEE Alessandra e Amanda. A coordenadora Thais deu início explicando os objetivos desse terceiro encontro e em seguida apresentou um vídeo de sensibilização "Natal sem filtro". As professoras presentes se mostraram emocionadas durante todo o filme, onde percebemos que as crianças não têm preconceitos, simplesmente se aceitam mutuamente sem qualquer tipo de restrição. A coordenadora Thais deixou que as professoras se manifestassem sobre o assunto e relatou experiências vividas por ela. Em seguida, fez um breve histórico estatístico da nossa unidade escolar através de slides, mostrando o aumento de alunos com laudos e que estão em investigação no decorrer dos anos de 2019 até o dia de hoje. Deu continuidade ao encontro apresentando uma breve explicação do processo de inclusão no município começando com a definição de pessoa com deficiência, o que fazer quando o aluno com deficiência /TEA chegar na escola: quais os procedimentos que serão tomados com as crianças com laudo, desde sua matrícula até os primeiros passos na sala de aula onde o professor realizará o acolhimento do aluno junto a turma, iniciará seu diagnóstico observando o aluno em todos os ambientes da unidade escolar, registrando as habilidades e necessidades do aluno implementando as primeiras atividades e orientando o estagiário para o processo inclusivo. Quanto a adequação curricular o professor é o responsável pelo seu preenchimento, mas pode contar com ajuda e auxílio da equipe gestora, das colegas e da professora do AEE, todos os alunos com laudo têm direito a adequação curricular e alunos que o professor achar necessário, A adequação tem início desde o momento que o professor começa a interagir com a criança e com a família. O professor inicia a partir do diagnóstico, pensando em estratégias para traçar a adequação que será apresentada no CAI, considerando o plano de ensino e as sequências didáticas, observando como o aluno aprende, as atividades que consegue realizar e suas necessidades educacionais e registrar adaptações para cada uma das atividades/experiências que o aluno necessitar, de acordo com o plano inicial e considerando os campos de experiências. Quanto a busca ativa, o primeiro passo é feito pelo professor, que entrará em contato com a família em seu horário de HTPI. Não conseguindo o contato ou as faltas se repetem prejudicando o desenvolvimento da criança e sem justificativa por motivo de saúde, levar o caso a gestão que fará a busca ativa e não obtendo sucesso, contatará a equipe de busca ativa da Secretaria de Educação que se encontra no setor da educação inclusiva. Logo após, a coordenadora apresentou uma adequação curricular de uma criança do infantil II que não tinha laudo, mas que a professora achou necessário fazer, mostrando seu preenchimento em todos os campos de experiências, trazendo para o grupo como será feito de acordo com a necessidade de cada criança. Na atividade em grupo, a coordenadora Thais propôs que pensássemos na adequação curricular do nosso aluno com deficiência no campo de experiência indicado para cada grupo, que ficou assim estipulado, de acordo com a professora da criança: "O Eu, o Outro e o Nós" aluno Arthur-Angélica e Amanda, "Corpo, Gesto e Movimento"- aluna Alice-Renata e Vivian, "Traços, Sons, Cores e Formas" aluno Eduardo Silveria e Nara Jane, "Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação"-aluno Bernardo - Andrea, Vanessa e Maria Auxiliadora, Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações" aluno Brayan Edna e Alessandra. Na socialização da atividade, cada grupo apresentou a adequação curricular de acordo com o seu aluno, o que foi muito produtivo e a partir daí, foram apresentadas várias sugestões. Devido ao tempo, não foi possível apreciar o fechamento da pauta, mas a coordenadora ficou de mandar no grupo de HTPC o vídeo "Exemplo de superação" para apreciação. Sem mais a acrescentar, encerro essa ata que será assinada pelos presentes.
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