segunda-feira, 28 de julho de 2025

REUNIÃO PEDAGÓGICA - 3º BIMESTRE

 


No retorno do recesso, tivemos um momento de estudo e planejamento para o 3º bimestre, dividido por turmas, com os seguintes temas:

1- Acolhimento: Desenho “Pensando fora da caixa”, momento em que as professoras desenharam a partir de fotos dos objetos, exercitando a criatividade e garantindo novas ideias para o trabalho com as crianças. 

2- “Encontro Plus - HTPC em Rede” com os seguintes objetivos: sensibilizar para a importância do diagnóstico precoce;  orientar em relação a escuta de relato espontâneo das crianças; orientar em relação ao processo de encaminhamento para questões de seletividade alimentar;  elucidar a importância da Adequação Curricular enquanto documento no planejamento. Para iniciar a coordenadora começou  com a Leitura de trecho do livro “Mentes Inquietas - TDAH: Desatenção, Hiperatividade e impulsividade”, que fala da importância do encaminhamento precoce das crianças e o olhar atento em relação as crianças, mesmo aquelas mais quietas. Após esse momento a coordenadora orientou em relação a  escuta de relato espontâneo das crianças. Seguindo a pauta, a coordenadora explicou que agora os encaminhamentos para seletividade alimentar só serão feitos em caso de crianças com laudo e seletividade alimentar ou em casos de crianças em investigação (com encaminhamento completo) e seletividade alimentar, casos de vegetarianos, veganos e intolerantes deverão ser encaminhados direto para a merenda, também explicou as  “ESCALAS DO COMER” que são: Tolerar – a criança precisa estar confortável com a presença do alimento no mesmo ambiente, ou seja, na mesa de refeição ou no prato; Interagir – é associar o alimento a uma atividade prazerosa, como uma brincadeira de cozinhar por exemplo; Cheirar – já é um grande passo para aceitar, a criança sentir e identificar o alimento pelo cheiro;  Tocar – é um dos passos mais importantes; a criança consegue tocar o alimento sem “nojo” ou o famoso “eca”; Provar – aqui já está familiarizada com o alimento, mas ainda não se sente segura para comê-lo. Encostar na boca, beijar, lamber também fazem parte do provar; Comer – é o topo da escalada e o passo mais esperado. Não necessariamente a criança precisa comer um prato cheio. Todos esses passos da escala são importantes para o desenvolvimento da criança e que cada passo, deve ser comemorado e registrado como avanço no processo de alimentação. 

3- “Uso de telas”, foi realizada a leitura de trechos da RESOLUÇÃO SME Nº 05/2025, de 16 de abril de 2025 - NÚCLEO DE SUPERVISÃO E LEGISLAÇÃO,  que institui as Diretrizes Operacionais sobre o uso de dispositivos digitais na rede municipal de ensino, a integração curricular da educação digital, a proposta pedagógica da unidade escolar e as diretrizes educacionais da Secretaria Municipal de Educação. (...)Art. 11. Na Educação Infantil, o uso de telas e dispositivos digitais pelos estudantes de forma individual ou coletiva para visualização ou interação, mesmo que para fins pedagógicos, não é recomendado como regra, na forma desta Resolução. § 1º O profissional da escola poderá optar excepcionalmente por realizar atividades pedagógicas que podem exigir algum tipo de acesso a dispositivos digitais, planejando de maneira cuidadosa e intencional, não podendo as referidas atividades se estenderem por longo período em função das recomendações de limites de exposição a telas por crianças pequenas.  § 2º O uso excepcional na Educação Infantil só poderá ocorrer por meio de dispositivos oferecidos pela escola, com acompanhamento e mediação do professor responsável ou do profissional de apoio escolar assim como da equipe gestora, respeitando as restrições de idade. (...) (...)Art. 19. Nas etapas da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, as unidades escolares deverão promover a comunicação e parceria com as famílias sobre o uso de dispositivos digitais, de forma a educar conjuntamente para a promoção do bem-estar, segurança e construção de autonomia em ritmo condizente com a faixa etária. Parágrafo único. A conscientização sobre os efeitos de dispositivos digitais para crianças, incluindo publicidade e uso de dados, devem ser objeto de encontros com pais e responsáveis para orientar sobre o uso seguro dessas tecnologias em casa, assim como a disseminação de materiais informativos sobre os impactos do uso precoce de tecnologias digitais e celulares. (...).

4- Projeto de leitura, a coordenadora relembrou a semana da leitura e que nos dias 28 e 29 os professores deverão organizar uma leitura com recursos e firmaram o compromisso do empréstimo de livro para casa. 

5- Análise da pauta totalizadora, foram observados os índices que tiveram o resultado mais baixo, conforme segue:

Infantil I - Percebe que as pessoas têm características diferentes (12/55); Brinca com gestos e movimentos de sua cultura (40/55), demonstra progressiva independência no cuidado com seu corpo (21/55); Identifica sons da natureza (19/55); Utiliza a seu modo tintas, iniciando o reconhecimento de cor (24/55); reconhece o próprio nome (12/55); Responde perguntas sobre fatos da história narrada (18/55); Relata fatos (09/55); Brinca com bonecos, brinquedos, imagens ou temas sugeridos (20/55); Adota procedimentos de leitor (28/55); Manuseia os diferentes instrumentos e suportes de escrita, demonstrando curiosidade e iniciando o processo de apropriação da cultura escrita (10/55); Observa e nomeia os incidentes do cotidiano e fenomenos naturais (17/55); Explora relações espaciais (13/55); Classifica e ou organiza objetos (19/55; Percebe relações temporais  (10/55); Recita contagem (18/55); Demonstra interesse pelos problemas do cotidiano (17/55); Demonstra interesse e observa plantas e animais nos diferentes ambientes (12/55).

Infantil II - Enfrenta desafios expressando empenho e autoconfiança na resolução de problemas (44/68); Percebe a diversidade de pessoas e culturas, expressando atitude positiva (30/68); Utiliza diferentes fontes sonoras (54/68); Sabe diferenciar imagens de outras marcas gráficas (34/68); Identifica relações temporais (43/68) e registra quantidades (35/68). Por meio dessa análise os professores puderam pensar na construção da sequência didáticas garantindo investimento nestas habilidades. 

6- Construção das sequências didáticas: na construção da sequência foram conferidas as habilidades e também pensadas as adequações curriculares para os alunos com deficiência.