terça-feira, 27 de junho de 2023

Planejamento e Registro reflexivo da Vivência de Contexto

 REGISTRO REFLEXIVO DA OBSERVAÇÃO DA VIVÊNCIA DE CONTEXTO EM 14/06

Para iniciar este registro, gostaria de contextualizar que escolhi a turma da Multisseriada B, por ser uma turma bem próxima aqui da sala e também por ter muita afinidade com a professora Vivian, que está conosco desde que entrou na rede, fez parte da construção da proposta pedagógica e já atua com esta faixa etária, faz três anos, mostrando habilidade, satisfação, comprometimento com o serviço público, vontade de aprender, busca por conhecimento e pensamento reflexivo.

Importante comentar também que Vivian mostra comprometimento com o trabalho educativo, buscando fazer por cada criança, aquilo que gostaria para seu filho. Isso é importante!

A turma Multisseriada B é composta por 8 alunos, sendo dois alunos de berçário e 6 alunos de Infantil I. Na data atual, todas as crianças estão na faixa etária de crianças bem pequenas, nenhuma como bebê, no entanto percebemos que a aluna Chloe, a mais nova, necessita ainda de intervenções próprias para bebês (berçário).

Para iniciar o trabalho, busquei conversar com a professora Vivian, trazer contribuições e perguntar se ela aceitava o convite de fazer uma vivência de contextos comigo, o que prontamente ela aceitou. Conversamos sobre Chloe e ela comentou que ela ainda precisa de uma caixa de tesouros para a exploração, também comentei se na turma havia crianças que colocavam objetos na boca ou comiam massa de modelar, para pensar nas propostas. A professora afirmou que não há crianças na turma com essa ação (colocar coisas na boca).

Na data marcada, pensei até em adiar, devido a chuva e também aos grandes afazeres da festa Junina, mas decidi tentar, trouxe os materiais e brinquedos e combinamos de fazer após o ensaio para a festa e café. Pelo número de alunos, decidimos montar 4 cantos pedagógicos, sem a necessidade do Cesto de tesouros, pois a aluna Chloe não viria.

1 - Canto com cozinha e alimentos;

2- Canto com pistinha


3- Canto com brinquedos pedagógicos em madeira


4- Canto com livros em tecido




No dia, compareceram apenas os alunos Murilo, Miguel, Isabela e Livia, depois acolhemos o aluno Joaquim da turma do infantil I-C, bem como tivemos a visita do ex-aluno Otto, filho da ADIJ Josy, por fim, estas seis crianças conseguiram desfrutar de nossa vivência de contextos. Quando as crianças entraram, fui explicando cada um dos cantos e o que havia nele, embora fosse algo relativamente óbvio, até para eles, mas quis mostrar que preparamos com muito carinho, cada cantinho. 

Os alunos foram para os cantos com desenvoltura, sem disputas ou qualquer outro problema. Inicialmente, Livia e Murilo foram para o canto da casinha, Miguel para a pista de carros e Isabela para a árvore sonora no canto dos brinquedos de madeira. Ao longo de bem mais de uma hora, e quase perdemos o horário de intervalo, nos deleitamos com a observação dos alunos. A aluna Isabela ficou longo tempo explorando a árvore sonora, que chamou muito sua atenção, foi interessante, porque após a entrada dos alunos, fui até a árvore e coloquei uma das bolinhas, Isabela observou e logo repetiu o movimento, explorando a ideia de ação - reação, causa, efeito, coloco a bolinha, ela desce pela árvore e faz barulho, enquanto as demais crianças exploravam os cantos, Isabela ficou longo tempo na árvore. Livia sentou numa cadeira do canto da cozinha e foi explorando os brinquedos, pegou os alimentos com velcro para cortar e explorou o bolo de aniversário, ficou a maioria do tempo no canto da cozinha, foi a criança que ficou mais tempo num canto. A professora Vivian comentou que ela não parecia bem, pois costuma ser mais ativa, falar e interagir mais... A professora sentou no canto da cozinha e começou a interagir com os alunos, participando da brincadeira e ao mesmo tempo fazendo questionamentos sobre o nome das frutas, se conheciam, qual era o nome, brincando junto. Murilo sentou no canto da cozinha e começou a manipular os alimentos com desenvoltura, pegou o ovo e simulou estar abrindo para fritar, em cima da panela no fogão, os movimentos foram precisos, como quem já vivenciou tal situação em outras experiências, pegou também a jarra de suco e serviu o copo, pegando o mesmo pouco depois para fazer de conta que estava tomando o suco. Em outro momento mostrei para ele o pão, ele foi logo pegando e levou a boca, então falei que era de faz-de-conta, ele entendeu e fez de conta que estava comendo. Murilo ficou um bom tempo brincando no canto da cozinha e depois saiu para explorar os demais cantos. Miguel iniciou no canto da pistinha com carrinho, mas procurou explorar os diferentes cantos ao longo de todo o tempo, pude perceber Miguel colocando os carrinhos ao longo da pista e contando, contou de 1 até 5, depois parou.



Livia após longo tempo saiu para explorar outros cantos. Joaquim chegou após termos iniciado a vivência, abaixei em sua altura e expliquei que ele podia brincar, a única regra que coloquei desde o inicio, é que não deveria ter brigas, que teriam que dividir o espaço e os brinquedos, ele foi logo para a pista de carrinhos e eu tratei de buscar mais carrinhos, porque procurei trazer o número de carrinhos na quantidade de alunos, busquei em minha sala mais alguns. Logo os meninos decidiram levar os carrinhos para os brinquedos de madeira e explorar os percursos dos brinquedos educativos com os carrinhos, acompanhei o raciocínio e a brincadeira,  peguei um carrinho de fricção e mostrei o movimento para Murilo, ele ficou encantado e logo foi tentar fazer o movimento da fricção. Fui buscar interagir com Joaquim que foi me falando as cores dos carros, também repetiu o movimento de passar pela lombada e falar, lombada. Quando expliquei para eles o canto da pistinha, mostrei que havia lombadas e faixa de pedestre, que quando alguém vai atravessar, o carro tem que parar. Isabela largou a árvore sonora e foi explorar os livros, Murilo foi nomeando os alimentos disponíveis, Miguel largou o cantinho da pistinha e foi para o canto da cozinha cortar legumes. A professora interagiu o tempo todo e percebeu que a árvore sonora ficaria mais fácil de manipular se tivesse no chão, por conta da altura das crianças. Otto, uma criança pequena pela BNCC, foi inicialmente no canto de cozinha e depois explorou a árvore sonora. Refletindo sobre esta vivência de contextos, pude perceber que foi um momento intenso, com uma turma que já tem por hábito este tipo de proposta e que não houve conflitos ou problemas, foi um momento prazeroso para crianças e adultos, o tempo passou voando e há harmonia na sala, um espaço de paz, de aprendizagem notória. Após o recreio, percebi que a professora deu continuidade a proposta, mas indagou se faltava algo na rotina, que não fizeram, e pararam um momento para realizar as atividades permanentes. A professora também comentou que após a minha saída eles passaram a explorar os brinquedos mais intensamente... Ela decidiu finalizar o contexto após perceber que eles já estavam começando a “destruir” a pistinha de carrinhos, pois ela foi feita com EVA e massa de EVA, com elementos vistosos para retirar da paisagem, árvores, bolinhas...

Termino este registro reflexivo, pensando que assim que possível devemos comprar uma árvore sonora para a escola e investir em brinquedos de cozinha com frutas, legumes, que tenha a possibilidade de cortar, montar, desmontar.

Agradeço a professora Vivian pela oportunidade de planejar e aplicar junto a vivência de contextos, de forma leve e harmônica. Deixo para pensar os objetivos que podem ser atingidos, partindo desta proposta:

Objetivos didáticos possíveis

(EI02EO01) Começar a demonstrar  atitudes de cuidado e solidariedade na interação com crianças e adultos.

(EI02EO03) Compartilhar os espaços, materiais, objetos e brinquedos com crianças da mesma faixa etária, de faixas etárias diferentes e adultos.

(EI02EO04) Comunicar-se com os colegas e os adultos, buscando compreendê-los e fazendo-se compreender.

(EI02EO06) Respeitar regras básicas de convívio social nas interações e brincadeiras.

(EI02CG01) Apropriar-se de gestos e movimentos de sua cultura no cuidado de si e nos jogos e brincadeiras.

(EI02TS03) Utilizar diferentes fontes sonoras disponíveis no ambiente em brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias, apreciando, descobrindo sons e possibilidades sonoras, para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento de mundo.

EI02EF01) Dialogar com crianças e adultos, expressando seus desejos, necessidades, sentimentos, preferências, saberes, vivências, dúvidas e opiniões, ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão.

(EI02EF07) Manusear diferentes portadores textuais (livro, revista, gibi, jornal, cartaz, CD, tablete etc.).

(EI02ET01) Explorar semelhanças e diferenças entre as características e propriedades dos objetos (textura, tamanho), expressando sensações e descobertas ao longo do processo de observação.

(EI02ET04) Identificar e explorar relações espaciais (dentro e fora, em cima, embaixo), ampliando seu vocabulário.

(EI02ET07) Contar oralmente objetos, pessoas, livros etc., em contextos diversos.

 

 


PAUTA 6º ENCONTRO

 No dia 26 de junho de 2023, realizamos o 6º encontro do HTPC em rede com a seguinte pauta:

“HTPC EM REDE” -  Percursos para aprendizagens efetivas e mobilizadoras dos saberes das infância”

6º encontro -  26/06/2023

 

Objetivos do encontro:

lPropor uma leitura com intencionalidade;

lClarificar o  registro para o  planejamento de uma brincadeira livre, de uma vivência de contextos, uma oficina, uma saída para exploração do meio....

lClarificar e exemplificar uma possibilidade de registro reflexivo;

lLevar para a prática os modelos clarificados na formação.

Pauta:

lLeitura: “Um desses não é como os outros” - Barney Saltzberg



lApresentação da Tabela: Como registrar o planejamento de uma brincadeira livre, de uma vivência de contextos, uma oficina, uma saída para exploração do meio....

lLeitura do Registro Reflexivo: Vivência de contextos em 14/06;

lExperiência em grupo: Planejamento de uma proposta(brincadeira livre, de uma vivência de contextos, uma oficina, uma saída para exploração do meio) de acordo com a tabela.

lApresentação do planejamento;

lTarefa 04: Colocar um dos planejamentos em prática com sua turma.

quarta-feira, 21 de junho de 2023

Texto apresentado no 5º encontro

Observação da proposta com tampinhas na turma do Infantil II-D - Professora Nara 02/06/2023

 Para iniciar este registro, conto que escolhi a turma da professora Nara, por ela ter feito parte da construção da proposta pedagógica da escola e ser receptiva as propostas de investigação. Também por já termos um tempo de trabalho juntos o que garante que ela não fique incomodada com a figura da coordenadora em sala. Para iniciar conversamos um pouco sobre como seria a proposta e a professora decidiu iniciar a atividade, aplicando a proposta desde os primeiros questionamentos, sobre o que seria uma coleção.


Para realizar a atividade, a professora escolheu o momento logo após o café no começo da aula, pois ela percebe que eles estão mais atentos para atividades dirigidas. Para iniciar a professora perguntou se as crianças sabiam o que era uma coleção, e Alice respondeu que era de tampinhas, a professora ainda continuou a questionar, mas acabou por acatar a contribuição de Alice e explicar que tinha uma coleção cheia de tampinhas e mostrou um pote de tampinhas coloridas para as crianças. Todos puderam manusear e receberam um pouquinho de tampinhas. A professora Nara perguntou se todas as tampinhas eram da mesma cor e as crianças prontamente foram comentando as cores das mesmas: azul, verde, amarelo, preto e vermelho. A professora perguntou se as tampinhas eram duras ou moles e muitos responderam duras, o momento foi de exploração, em que eles perceberam as diferenças e brincaram um pouco com as tampinhas coloridas.

Dando continuidade a professora perguntou como poderia organizar as tampinhas, se estavam todas misturadas... Beatriz dá a ideia de separar por cor.

 A professora Nara comenta que preparou garrafas com bordas coloridas para separar a coleção, mostra cada garrafa e vai perguntando a cor da borda, depois chama os alunos para acondicionar suas tampinhas na garrafa de cor correspondente, todos compreendem a proposta e começam a guardar as tampinhas. Alguns acabam por se entreter brincando com as tampinhas e depois são chamados para ajudar na organização. Nicolas o tempo todo procura se aproximar e olhar a proposta, mesmo com a possibilidade de não ouvir, a professora chega, se aproxima, usa sinais e estabelece uma comunicação amorosa com ele, dando sentido a atividade.

 


Após a organização, o aluno Bernardo se incomoda ao pensar ter uma tampinha preta na garrafa azul, mostra para a professora que pega a tampinha e mostra pra ele.

A tampinha é azul escura! A professora pega uma azul escura e uma preta e mostra para Bernardo que percebe que a tampinha era mesmo azul e não preta e devolve a tampinha para a garrafa azul.


Depois de tudo ser organizado a professora pergunta qual garrafa tem mais tampinhas e prontamente Anthony diz que é a garrafa vermelha. Bernardo e Enzo acompanham a mesma ideia, outros alunos manifestam outras opiniões. A professora Nara retira as garrafas e passa a colocar de uma em uma comparando com a vermelha, perguntando qual tem mais e vai descartando pela observação empírica, por fim, questiona como podemos saber realmente qual garrafa tem mais e Arthur fala: 1, 2, 3... Mostrando perceber que poderiam contar. A turma então fez a contagem coletiva termo a termo e depois a professora perguntou como eles poderiam registrar o resultado. Após conversa com a turma e mostrando os modelos estáveis de números e letras e também deixando a vontade que eles falassem a própria forma de registro, uma das alunas optou pelo registro com bolinhas que foi feito na lousa com contagem coletiva, também foi questionado como poderiam escrever o resultado em números (27) e alguns alunos mostraram seus saberes, comentando que usamos o 7 neste registro.

Por fim, e só no fim, os alunos receberam a folha para registrar a cor da garrafa que tinha mais tampinhas.

Gratidão professora Nara, por partilhar este momento comigo!

Importante destacar alguns dos objetivos que podemos atingir/ trabalhar/experienciar com essa proposta:




(EI02EO04) Comunicar-se com os colegas e os adultos, buscando compreendê-los e fazendo-se compreender, ampliando suas possibilidades expressivas e comunicativas.

(EI02EF01)Dialogar com crianças e adultos, expressando seus  saberes, vivências, dúvidas e opiniões, ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão.

(EI02ET01)Explorar e descrever semelhanças e diferenças entre as características e propriedades dos objetos (textura, massa, tamanho), expressando sensações e descobertas ao longo do processo de observação.

(EI02ET05)Classificar objetos, considerando determinado atributo (cor), expressando-se por meio de vocabulário adequado.

(EI02ET07) Contar oralmente objetos, em contextos diversos.

(EI02ET08) Registrar com números a quantidade de objetos da mesma natureza (bonecas, bolas, livros etc.).

 

terça-feira, 20 de junho de 2023

Registro Reflexivo 5º encontro

 HTPC EM REDE: PERCURSOS DE APRENDIZAGENS EFETIVAS E MOBILIZADORAS DOS SABERES DA INFÂNCIA

5° ENCONTRO – 05/06/2023

REGISTRO REFLEXIVO

 

O quinto encontro do HTPC em rede, teve como objetivos: Conhecer na prática uma proposta com nome próprio; Estudar e refletir sobre a construção de adequações curriculares; Registrar as adequações para o segundo bimestre; com as orientações valiosas da supervisora Marinalva, juntamente com a coordenadora Thais.

Iniciou se o encontro com a leitura dos objetivos e uma leitura em capítulos, que vem acontecendo nos HTPCs sobre “Yayoi Kusama”, umas das artistas trabalhadas pela equipe no Projeto de Artes.

A coordenadora apresentou uma proposta de atividade com o nome próprio, trabalhando com o crachá, ocultando as letras, mostrando aos alunos letra inicial, final, ou duas letras consecutivas, dependendo do nível e desenvolvimento de cada turma, levando em consideração o quadro de nomes, nomes com iniciais iguais... O cartaz de nomes (chamadinha), pode ser um recurso de apoio, referência para a pesquisa. As atividades com nome próprio permitem muitas variações, aproximando do contexto social. As professoras Nara e Edna socializaram com o grupo o que realizam em sala e a supervisora deu algumas indicativas. Trabalhar com o nome próprio na Educação infantil, com as crianças bem pequenas, permeia um dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento, que trata de, como individuo, se conhecer e construir sua identidade pessoal.

Dando seguimento a pauta, a coordenadora previamente havia solicitado ao grupo, a atividade de adequação curricular realizada no HTPC anterior, para a socialização e apresentação para a supervisora Marinalva. Com a escolha de uma das adequações, a supervisora foi explanando cada item avaliado, de acordo com as marcações feita pela professora Lhorrouma da turma do Infantil II C, do aluno Miguel, tirando dúvidas e esclarecendo item a item, com propostas e sugestões em cada situação, campo de experiência e direitos de aprendizagem.

A supervisora orientou que uma mesma proposta de adequação pode aparecer em diferentes campos de experiência, pois na Educação Infantil os campos se interligam. O campo da comunicação, foi o que mais apresentou propostas de adequações, em vista que o aluno não possui uma comunicação efetiva, devendo buscar meios e recursos para que aconteça, com a parceria da família, uso de placas de comunicação, gestos, imagens etc. Cada item foi analisado individualmente, apresentando adequações necessárias e propostas. A participação e orientações da supervisora foram bem esclarecedoras.

Confesso que é a primeira vez que faço uma adequação curricular para a Educação Infantil, com o registro efetivo, sendo que muitas vezes realizamos na prática adequações e adaptações em atividades ou no contexto social, que muitas vezes nos passa despercebidos, pois estamos tão habituados a buscar métodos, meios, formas de atender a todos os alunos, inclui-los, que não percebemos que estamos a todo momento adequando e respeitando a particularidade de cada um. Gratidão a supervisora e a coordenadora, pela oportunidade de aprender e pela contribuição ao grupo.

 

 

terça-feira, 13 de junho de 2023

Pauta 5º encontro

05/06/2023 

Objetivos do encontro:

lConhecer na prática uma proposta com nome-próprio;

lEstudar, refletir sobre a construção de adequações curriculares;

lRegistrar as adequações curriculares do 2º bimestre;

lRetomar o trabalho com as coleções por meio de tematização da prática.

 

Pauta:

1- Acolhimento: Leitura em capítulos “Yayoi Kusama”;

2- Atividade prática com nome-próprio;

3- Apresentação do semáforo da adequação curricular para o grupo;

4- Supervisora Marinalva: Adequação Curricular;

5- Mãos a obra: Pegar o documento de adequação Curricular do 1º bimestre para repensar o planejamento para o segundo bimestre;

6- Socialização da vivência “Mãos a obra”;

7- Nova proposta com a coleção de tampinhas.

 

 

 

Registro do 4º encontro

 O quarto encontro aconteceu no dia 15 de maio de 2023, com a presença da equipe gestora, da equipe das professoras e com a supervisora Marinalva. Os objetivos do encontro foram:

  • Conhecer o trabalho do AEE - Atendimento Educacional Especializado, seus objetivos e como é organizado o estudo de caso;
  • Revisitar os campos de experiência e direitos de aprendizagem por meio da análise das tarefas propostas;
  • Conhecer uma proposta da Rede municipal que contemple o trabalho baseado no interesse das crianças.

O encontro foi muito produtivo, pois a Supervisora Marinalva trouxe várias contribuições nos seguintes aspectos: dinâmica de organização do AEE, intervenções, mapeamento, implementação de propostas, a importância do roteiro descritivo ser entregue antecipadamente para o professor do AEE, explicou também sobre o preenchimento de uma tabela com as informações importantes sobre os alunos com deficiência. Após esse momento destinado a falar do AEE, que ajudou muito nossa equipe, a Coordenadora propor um trabalho em grupo, em que cada grupo recebeu uma experiência realizada pelos professores aqui da escola para analisar em relação aos campos de experiência e direitos de aprendizagem, como foram de retomar a importância dos direitos e o trabalho acolhendo vários campos. Também tivemos como acolhimento uma leitura super bacana com o livro traduzido pela Coordenadora Thais sobre a vida da artista Yayoi Kusama. O nome do livro é "Você conhece Yayoi Kusama" o livro será lido em capítulos. Por fim, tivemos a apresentação de um trabalho realizado na EMEI Jacira, pelo professor Gilberto, que partiu do interesse de uma aluno que falava muito sobre o sistema solar a desenvolveu, com apoio dos alunos uma sequência de atividades trabalhando os diferentes campos de experiência.