sexta-feira, 7 de junho de 2024

REGISTRO REFLEXIVO DO 1º ENCONTRO

 Professoras Vivian e Edna

Aos vinte e sete dias do mês de maio de dois mil e vinte e quatro, reuniram- se nesta unidade escolar E. M. E. I Renata Dias da Cruz Monteiro para reunião de HTPC em rede 1º encontro – capitulo 01. A diretora, coordenadora e todas as professoras dessa unidade. O objetivo do encontro: Apresentar o tema da formação “Docência e formação cultural”; “Docência na Educação Infantil: Contextos e práticas” e “Leitura literária entre professor e crianças”. Após leitura da pauta e apresentação do comunicado e dos combinados, Thais separou por trechos e dividiu para cada um fazer a leitura e interpretação. Vanessa destacou a importância entre saberes das práticas que realizava em início de carreira e que as mudanças são necessárias, mas que é preciso transitar entre saberes adquiridos e os novos saberes. A importância de se ver como ponte para futuras gerações. Outro ponto destacado foram os conhecimentos que as crianças trazem para a sala de aula e observar para incluir em nossas práticas. Thais ampliou nosso olhar para valorizar o que as famílias trazem em suas experiências, pois cultura não significa apenas diploma, pois mesmo sem ter muito estudo a pessoa tem múltiplas vivencias que pode compartilhar. Por isso a importância de darmos voz as famílias e o que elas trazem como bagagem. O trecho dois é sobre sentido de permanência e de renovação e formação cultural com direito de sonhar com um mundo melhor. Em estar presente no agora, para observar o brincar, pois é nele que o professor pode intervir e ampliar os saberes. Trecho três na complexidade da docência com bebês e demais crianças. E os docentes, não podem só focar em passar a informação pronta, sem dar oportunidade as crianças experimentarem e adquirirem seus próprios conhecimentos. No quarto trecho foi destacado as múltiplas linguagens, como não sendo algo exterior ao corpo humano, é nele que a linguagem exerce e acontece. O termo linguagem foi exposto e compreendido em sentido amplo, pois ela acontece de diversas maneiras, com o corpo, gestos, artes, discursos e nas relações sociais. E que através dessas linguagens que iniciamos longos processos e que o professor pode ampliar ou trazer novos saberes. No quinto trecho, ainda fala que é importante extravasar as narrativas, saindo do texto verbal e ir na direção das vivências, buscar perceber o que aluno traz consigo como expressão cultural.  Trecho seis educamos para que os novos vivam no mundo e dele façam algo melhor com o que recebem de nós, adultos. Educamos nossas crianças para o futuro, e Luceni trouxe importantes questionamentos. Qual é a nossa atitude diante dessas informações? O que estamos ensinando e o que iremos deixar nessas crianças para o futuro? Qual é o perfil de cidadão que almejamos para as futuras gerações? Nossos saberes são a ponte entre passado, presente e futuro. O trecho sete é sobre o cuidar e que é fundamental o contato próximo ao corpo das crianças, no momento de troca de fraldas, trazer o olhar positivo para o autocuidado, carinho ao tocar a criança e sua valorização. Thaís vem elucidar que mesmo o texto falando de leitura e escrita na educação infantil, passa por um importante tema que é o cuidar, o momento de desfralde e auto cuidado. O trecho oito é sobre o percurso da criança na educação infantil e implementação de projetos que contemplem experiências sociais, afetivas e culturais. E trouxe a reflexão sobre o futuro de nossas crianças, que serão protagonistas em diferentes esferas profissionais e sociais. Nara trouxe a importante reflexão sobre buscar novos conhecimentos para as especificidades dos alunos, exemplificou sua prática com exemplos reais de alunos que vieram sem laudo, fez adequação, buscou formas alternativas de comunicação com crianças surdas. E quão é importante ter abertura para atender às especificidades, valorizando a diversidade, é assegurar o direito de todas as crianças. O trecho nove é sobre a importância do professor e da escola na formação de leitores. Sobretudo considerando as pesquisas que o Brasil ainda não ser um país de leitores. Thaís comentou que muitas vezes o professor é leitor por obrigação, mas não lê por prazer.

E o trecho dez é sobre estudos sobre a identidade docente e suas formas específicas de leitura mostram que os professores brasileiros caracterizam como leitores escolares. Thais passa para apresentação da experiência: “Bichos de Criança”. Onde a professora ao perceber que as crianças gostavam de imitar os animais montou uma sequencia didática para ampliar os conceitos sobre artes e a percepção dos animais reais e na representação em pinturas e obras de artes. E por fim foi feita trocas de livros: Vamos ler por prazer? Assim suscitar o gosto pela leitura por deleite, onde cada um levou um livro para que possamos ler outros títulos e ampliar nosso gosto pela leitura. 

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